← Esperança e Resiliência· Encontro 2
Fecha a biografia de Erickson — a síndrome pós-pólio e as três vezes em que ele reaprendeu a andar — e entra no capítulo 1: a diferença entre o terapeuta técnico, que segue protocolo, e o especialista, que exerce julgamento clínico. O caso central é o homem paralisado que só movia o polegar e acabou dirigindo caminhão, sem nunca ter sido curado da artrite. No fim: perfeição não é objetivo terapêutico, o paciente nunca entra em papel passivo, o menino que desenhava a perna amputada, e o ponto mais importante a comunicar em terapia — que a mudança é possível.